Redesenhar serviços com e para quem os vive.

Service design para organizações com impacto social: setor público, incubadoras, associações empresariais e empresas de impacto. Juntamos quem usa e quem presta cada serviço e produto para o tornar mais simples e humano.

sociedade organizações serviços pessoas

Como ajudamos

Formas de trabalharmos em conjunto, cada uma curta e com um foco claro.

Diagnóstico de serviço

2 a 3 semanas

Compreender o que realmente se passa. Ouvimos quem usa e quem presta o serviço, mapeamos como funciona hoje e identificamos onde agir primeiro.

Redesenho de serviço

6 a 8 semanas

Cocriar o próximo passo. Lado a lado com as equipas e com quem usa o serviço, desenhamos, prototipamos e testamos um serviço mais simples, com um plano claro para o pôr em prática.

Facilitação e capacitação

À medida

Criar autonomia para continuar. Workshops, sessões de cocriação e formação em service design para equipas, incubadoras e comunidades.

Conhecer os serviços →

Para quem

Pensado para quem cria e cuida de serviços.

Setor público.

Serviços públicos mais simples e humanos, desenhados com quem os usa e com quem os presta todos os dias.

Incubadoras e centros de inovação.

Formação e programas que ajudam quem empreende a validar ideias com pessoas reais, e uma experiência mais clara para quem passa pelo programa.

Associações empresariais.

Serviços às empresas associadas pensados a partir das suas necessidades reais, e capacitação para inovar em conjunto.

Empresas de impacto social.

Serviços e produtos que cumprem a sua missão e funcionam para quem os usa.

Como trabalhamos

Cada serviço é um ecossistema.

Começamos pelas pessoas e alargamos o olhar, passo a passo, aos serviços, às organizações e à sociedade, sem perder de vista onde tudo começa.

Uma equipa à volta de uma mesa cheia de cartões e post-its durante um workshop de cocriação
Workshop de cocriação com a equipa de um cliente
A Liliana com a equipa local de investigação à volta de uma mesa, durante o trabalho no terreno no Laos
Investigação no terreno com clientes no Sudeste Asiático
  1. Começar pelas pessoas.

    Ouvir quem usa e quem presta o serviço, no contexto real em que o vive.

  2. Ver o sistema como um todo.

    Mapear jornadas, processos, equipas e dados para chegar às causas, e não apenas aos sintomas.

  3. Desenhar em conjunto.

    Cocriar soluções com as pessoas que vão viver com elas.

  4. Passar à prática.

    Prototipar, testar e deixar um caminho claro para a implementação.

Em Comum

Desligar para ligar.

Encontros descontraídos para equipas que querem estar juntas de outra forma: criar, conversar e abrandar, longe da rotina.

Conhecer o Em Comum →

Confiaram no nosso trabalho

Organizações com quem trabalhámos

  • Instituto Pedro Nunes
  • AIRO, Associação Empresarial da Região Oeste
  • Caldas de Monchique
  • AbbVie
  • FCCN
  • NOVA IMS
  • Fidelidade
  • Carlsberg Group
  • HP Inc.
  • Continente
  • Jerónimo Martins
  • Ageas
  • Teleperformance
  • novobanco

Há um serviço ou produto que podia funcionar melhor para quem o usa?

Vamos conversar →